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Despertar Cedo

Este blog mostra-te as melhores dicas sobre o dia-a-dia social e financeiro. Tudo para que nunca chegues atrasado!

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16.Set.18

E tu, já leste um conto hoje?

Ainda se lembram daquela campanha de há uns anos que vos perguntava com descaramento, “e tu, já comeste fruta hoje?”. Eu espero sinceramente que a vossa resposta seja sim, mas não é de alimentação saudável que venho falar-vos aqui hoje. Não, hoje venho falar-vos de outro hábito muito saudável que tenho vindo a promover aqui no blog: a leitura. A leitura pode ajudar-vos imenso neste penoso regresso à rotina, além de ser essencial para progredirmos enquanto pessoas.

 

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Mas como a vida do séc. XXI nem sempre tem as nossas necessidades enquanto pessoas em consideração, arranjar tempo e espaço para ler não é tão fácil quanto parece. Pelo menos falar por mim: ler no autocarro não é uma opção, porque enjoo. Ao chegar a casa, entre mil e uma coisas que ainda tenho para fazer até amanhã, também é raro conseguir pegar em livros volumosos sem ser ao fim de semana.

 

Se vocês são como eu, então a solução está em ler contos ou microcontos. Passo a explicar: contos tão pequenos que podem ler em questão de minutos. Podem até ler vários por dia: enquanto esperam o autocarro, enquanto esperam que o esquentador ligue… enfim, vocês percebem a ideia. Como são tão pequenos, nem sequer se tornam cansativos de ler no ecrã do vosso smartphone. Mas onde é que encontram estes microcontos? Em todo o lado. Online, em websites especializados ou em blogs, na Amazon, etc. Deixo aqui dois exemplos:

 

Coração Míope, do blog Contos e Ditos de Inês Aroso:

Ele só via bem ao perto. Ela só via bem ao longe. Ele era feliz sem ela. Ela era infeliz sem ele.

"Quem me dera ter um coração míope", suspirou ela, quando, naquele domingo, no jornal, leu que os míopes vêem muito bem ao perto, mas têm dificuldades em ver ao longe.

 

Anos 80. À descoberta da (minha) vida, das Palavras de Areia da Marta Almeida. Fica um excerto:

Em Lisboa, o meu coração e as borboletas do meu estômago agitavam-se com os longos passeios pela cidade com o meu avô, com as idas à praça com a avó, com as idas a Benfica com a mãe e com as idas à Feira Popular com o pai. Cada local tinha um personagem principal. E eu sonhava que era para sempre.