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Despertar Cedo

Este blog mostra-te as melhores dicas sobre o dia-a-dia social e financeiro. Tudo para que nunca chegues atrasado!

Despertar Cedo

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27.Abr.19

Como preparar os exames nacionais

Os exames nacionais a caminho podem ser sinónimo de drama familiar. Discussões para estudar; filhos encerrados no quarto durante horas porque só faltam duas semanas para o grande dia; desilusões no dia de chegada das notas. Se isto lhe soa familiar, só uma solução para quebrar o ciclo: aprender como preparar os exames nacionais.

 

  1. Estabelecer um horário de estudo.

Não estudar leva ao fracasso. Mas estar sempre a estudar também não é sinónimo de sucesso. É difícil alguém manter-se concentrado durante horas a fio. O melhor é estabelecer um horário de estudo com intervalos para snacks, refeições e esticar as pernas. Mas é importante evitar os snacks ricos em gordura, como as batatas fritas de pacote - invista nos frutos secos, como os amendoins, e na fruta.

 

  1. Preparar toda a matéria.

Há matérias que saem sempre nos exames. Essas devem estar na ponta da língua! Mas o mais importante - e que muitos alunos se esquecem - é preparar a matéria dos anos anteriores. Não se esqueçam que no exame de Português do 12º ano pode sair qualquer obra de leitura obrigatória do 11º ou do 10º, por exemplo.

 

3. Resolver os exames dos anos anteriores.
Os exames não são como um teste normal. Seguem modelos próprios, e repetem-se ano após ano. Por isso, é essencial resolver os exames e os modelos de exames dos anos anteriores. Estão disponíveis online, mas também há vários livros de exercícios que já os trazem. Depois de os resolver, o aluno deve comprar as respostas aos critérios de correcção para perceber que pontuação receberia.

 

  1. Usar um método de estudo que funcione.

Nem toda a gente aprende da mesma maneira. Algumas pessoas preferem escrever, outras preferem elementos visuais, outras absorvem a matéria a ouvir… é importante perceber qual é o método de estudo para cada pessoa. Talvez a melhor maneira do seu filho aprender seja fazer ‘flashcards’ para memorizar e precise de alguém com quem os rever. Pergunte se precisa de ajuda!

 

23.Abr.19

Como usar menos plástico no dia a dia: banir os plásticos de utilização única

A União Europeia já votou para banir os plásticos de uso único, como os talheres de plástico, as palhas ou os pratos. O Parlamento Português quer acabar com os sacos plástico, as cuvetes de plástico e as embalagens de plástico para a fruta e legumes. Temos que nos preparar para este futuro - que já não está assim tão distante - e estas são algumas medidas que pode adoptar desde já.

 

Sacos de pano

Os sacos de pano são a melhor alternativa aos sacos de plástico. São resistentes, não poluem e podem ser reutilizados vezes em conta. Além dos sacos de pano também há os sacos de rede, perfeitos para transportar a fruta e os legumes sem precisar de um saco de plástico para cada um deles. Pode fazer os seus próprios sacos em casa e deve andar sempre, sempre com eles! Até porque acaba por poupar dinheiro a comprar sacos de plástico.

 

Palhas e talheres de metal

Os talheres, pratos e palhas de plástico são um dos maiores desperdícios de plástico. Uma alternativa é começar a usar palhas de aço inoxidável. São laváveis, hipoalergénicas e, acima de tudo, reutilizáveis. Para evitar os talheres de plástico, pode andar com talheres de metal na carteira - há até uns conjuntos de garfos e colheres encartáveis para serem mais fáceis de transportar na carteira.

 

Garrafas reutilizáveis

Quantas garrafas de água compramos por ano? E quantos garrafões? Em alguns países há esquemas para a devolução de garrafas, mas reciclar não é o suficiente. Primeiro, temos de reduzir. Em vez de comprar garrafas de água pequena,s podemos ter uma garrafa reutilizável, que podemos encher em casa e transportar na carteira. Ou encher em fontes de água potável quando já não temos. No Pingo Doce, também pode adquirir um garrafão e reutilizar para encher.

 

Usar menos plástico só depende de nós. Se é preciso alguma paciência para andar com tudo na carteira? Não, é só questão de hábito. O resto, são desculpas.

 

16.Abr.19

O tempo, o amor e as leis da física

Os meus pais estão casados há 40 anos. Nunca nos passou pela cabeça, nem a mim nem ao meu irmão, que se fossem separar. São uma dessas coisas seguras que sabes que vão estar sempre lá. Estarem juntos é tão certo como o sol nascer todos os dias. Mas não pensem que todos os dias foram bons ou românticos. Penso que parte do sucesso está em aceitar que o amor muda.

 

Nada se perde, tudo se transforma. Ao longo destes 40 anos tenho visto como o amor dos meus pais se transformou em companheirismo e amizade. Mas também numa partilha de rotinas e gostos adquiridos; hábitos que criaram juntos e que não tencionam romper. Seria ingénuo pensar o contrário, não é? Pensar que o amor é imutável, estático no tempo e no espaço. E muito menos a paixão, que é sempre mais efémera.

 

O amor, tal como qualquer outro sentimento, muda com o tempo. Amadurece. Transforma-se. Mas isso não significa que não possa ser constante, como o exemplo dos meus pais prova. Há quem diga que nunca podemos ser indiferentes a uma pessoa que já amamos. Confesso que sou das pessoas que acredita nisso. De todas as transformações possíveis, de amor para indiferença parece-me a mais impossível.

 

Acho que vale a pena manter uma relação em que o amor se transforma nessa amizade bonita, nesse companheirismo cheio de “inside jokes”. Mas olho à volta e vejo casais que se mantêm juntos não por amor, como os meus pais, mas por uma ideia de amor. Pela ideia de ter uma família, por exemplo. Pela vida que organizaram juntos e da qual não querem abdicar - a casa, o carro, os jantares fora com amigos.

 

Para quem está a ler: não, não há nada de errado com o meu casamento. Simplesmente acabei de responder a algumas perguntas do meu filho, que quis saber porque é que os pais do melhor amigo continuam casados se “não se amam”. As crianças são o verdadeiro big brother, ouçam o que vos digo.