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Despertar Cedo

Este blog mostra-te as melhores dicas sobre o dia-a-dia social e financeiro. Tudo para que nunca chegues atrasado!

Despertar Cedo

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24.Nov.18

Bom dia Filipina, bom dia brunch!

Às vezes, ser pai significa que não posso sair até tarde. Outras vezes, que não posso sair cedo. Por mais que gostasse de sair de casa ao Sábado ou ao Domingo para ir comer um brunch, os miúdos têm uma religião nos desenhos animados que dão de manhã, preferem pão barrado com chocolate a qualquer quiche ou papa de aveia e, digamos, a nível financeiro também não é o mais perspicaz para uma família de 4.

 

Ou seja, aqui temos duas preocupações: a frustração, minha e da mãe, em não poder ir a sítios que gostaríamos de conhecer, em não poder marcar brunch com os nossos amigos; e a preocupação, a de que eles peçam todos os fins-de-semana “só uma vez, hoje é Sábado” pão com Nutella e outras guloseimas. Como é que podemos contornar isto? Tem que haver uma maneira.

 

Foi assim que comecei a pesquisar sobre receitas para um brunch saudável - mas guloso, capaz de tentar até o paladar mais exigente (leia-se, o das crianças). Primeiras sugestões: ovos mexidos, que eles adoram porque é “como o pequeno-almoço das férias”, manteiga de amendoim e hummus (com sticks de cenoura - desde que seja para comer com as mãos, eles gostam!).

 

Para o prato principal a Vanessa sugere uma quiche. Mas por aqui, como os miúdos não são fãs, fizemos uma tosta de abacate com ovo escalfado. Fica colorido, é saboroso… e demora menos tempo, porque toda a gente gosta de ficar na cama mais um bocadinho ao fim de semana, não é verdade? Claro que não fizemos muitos ovos mexidos de entrada para que cada pessoa não comesse mais do que 2 ovos numa refeição!

 

Agora a “sobremesa”. Aqui seguimos religiosamente a sugestão da Vanessa: iogurte com granola e frutos vermelhos. Todos gostamos de iogurte e foi uma boa maneira de fazer os  miúdos comer fruta disfarçadamente. A granola não foi caseira - não tivemos tempo - mas ficará para uma próxima, porque assim será sem aditivos e sem açúcares adicionados. E por falar em tempo… também não houve tempo para fotografias, comemos demasiado rápido!

 

05.Nov.18

O Caminho de Santiago

Ai de mim sem os blogues, as fotos, as recordações das minhas viagens e os desabafos que envio para esse grande túnel com eco que é a Internet. Esta bem poderia ser uma frase da Ana Catarina Sousa, a caneta (ou o teclado, melhor dizendo) do blog Ai de Mim da Sapo.

 

 

 

O primeiro post destacado do Ai de Mim foi sobre o Caminho de Santiago. Há várias rotas do Caminho e a Portuguesa é a mais popular por cá. É um tanto teste de persistência e perseverança como de fé; embora para alguns seja apenas um pretexto para conhecer algumas das zonas mais recônditas do nosso país e da Galiza.

 

Segundo os comentários a esse primeiro post, percebe-se que o caminho também está cheio de companheirismo. Várias pessoas que fizeram o mesmo percurso garantem que “nunca estiveram sozinhas”. Há pessoas que vêm de todo o mundo para experimentar o caminho de Santiago e que é possível travar amizades com peregrinos de países tão distantes quanto a Alemanha, o Japão ou a Holanda.

 

Porque estou a falar tanto deste post? Porque foi o primeiro post que li deste blog e porque eu própria fiz o caminho até Santiago de Compostela. Embora não tenha feito o tradicional caminho português pelo Porto ou Viana, fiz outra versão do caminho, que vem de Castilla y León, passa por Salamanca, Astorga, León, Ponteferrada e atravessa toda a província de Lugo até chegar a Santiago. Uma boa maneira de conhecer melhor os antigos reinos da Península Ibérica e de ficar a saber mais, muito mais, sobre nuestros hermanos. Nestes grandes percursos, por vezes é bom contar com o apoio da família. Felizmente, tive a sorte de contar com familiares que me acompanharam em algumas fases do percurso, indo de carro, e que me foram buscar quando terminei a viagem. O regresso, confesso, soube-me bastante bem, tanto mais que o carro estava acabadinho de sair da revisão automóvel

 

Mas porque este post não é sobre mim, vou dizer-vos que mais podem encontrar neste blog. Sugestões de leitura (e resenhas de livros), citações e escrita criativa, tudo para ler em casa com manta no sofá, uma chávena de chá de menta e bolachas de manteiga. Quando o bom tempo voltar, passem pela tag das caminhadas e, já agora, pela fotografia. Não se vão arrepender.