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Despertar Cedo

Este blog mostra-te as melhores dicas sobre o dia-a-dia social e financeiro. Tudo para que nunca chegues atrasado!

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26.Ago.18

Alimentos Bons para o Cérebro que Vieram da América Latina

Vamos dar de comer ao cérebro? Sim, leram bem. Hoje vou falar de 4 alimentos que são óptimos para o nosso cérebro e melhoram a nossa saúde.

A América Latina deu-nos muitos dos produtos que consumimos diariamente: a batata, o tomate, o cacau e o café. Mas há mais: os pimentos, dezenas de abóboras, a batata doce, a mandioca, o inhame, as frutas tropicais (ananás, papaia, manga, maracujás, pêra abacate), o amendoim e até o milho! Os 4 alimentos desta lista são todos saudáveis e vieram de lá:

 

 

Malagueta

O chili. Foi domesticado na América Central há milénios e é um dos principais ingredientes da cozinha Mexicana. A substância que lhes dá o picante, a capsaicina, faz com que o nosso cérebro produza endorfinas. Ou seja, comer comida picante pode resultar numa sensação semelhante à de fazer exercício físico. Melhora a nossa disposição num instante!

 

 

Abacate

Tecnicamente, o abacate é uma fruta. Os abacates que encontramos normalmente no supermercado, os abacates Hass, têm 19% de gordura saudável (óleo de abacate). Esta gordura faz aumentar o “colesterol bom” e é rica em omega-3 (tal como o salmão). O omega-3 regula algumas das nossas funções cerebrais, incluindo a disposição e as emoções.

 

 

 

Chocolate Negro

O cacau também veio da América Central: foram as civilizações americanas que o domesticaram e que inventaram o chocolate. O chocolate negro (mais de 70% de cacau) é um alimento muito saudável que aumenta a concentração e o fluxo sanguíneo para o cérebro. Ajuda a melhorar a nossa saúde cardiovascular e o dá-nos boa disposição!

 

 

 

Amendoins

Os amendoins também vieram da América Latina: a planta foi domesticada na actual Bolívia. Os amendoins são uma excelente fonte de vitamina E, que protege as nossas membranas nervosos. A tiamina também ajuda o cérebro a converter a glicose em energia, portanto são duplamente saudáveis. Já para não falar… um snack delicioso!



13.Ago.18

Onde nasce o Sol: os melhores destinos de férias na Europa de Leste

Se o Mundial da Rússia lhe aguçou o apetite para ficar a conhecer um pouco mais da Europa de Leste, tenho boas notícias para si. O “lado de lá” do Muro de Berlim tem dezenas de cidades e de países que muitos portugueses ainda desconhecem, mas que valem bem a pena descobrir. Estes são os melhores destinos de férias na Europa de Leste para explorar com a sua família durante o Verão.

 

 

Praga, República Checa

 

Chamar Europa de Leste à República Checa é quase insultuoso para a maioria dos checos. Geograficamente, o país fica na Europa Central e tem laços históricos muito estreitos com a Alemanha e com o Império Austríaco. A capital, Praga, foi durante séculos um grande centro cultural. Aliás, ainda é. O centro histórico está perfeitamente conservado, com casas barrocas e o relógio astronómico mais antigo do mundo. Depois, há sinais do cubismo checo dos inícios do séc. XX e, nas zonas residenciais, do funcionalismo soviético. Em Vinohrady, Zizkov e Karlin (este último uma das mecas hispter da cidade), há uma cidade que se reinventa, com cada vez mais espaços dedicados ao design e à nova cozinha checa.

 

 

Ljubliana, Eslovénia

 

As praias da Croácia e os cenários de Game of Thrones fazem com que vizinha Eslovénia continue fora do radar de muitos viajantes. Mas a capital Ljubliana, cortada pelos braços do ria Ljubljanica e povoada de edifícios com cores vivas, é um destino que vale a pena conhecer. A cidade é relativamente pequena e pode chegar a todos os pontos de interesse a pé - utilizando, claro, as 7 pontes que são as principais artérias. O centro histórico tem vários edifícios do séc. XIX e faz lembrar muitas outras cidades da Europa Central: felizmente, o Comunismo não alterou significativamente as zonas mais bonitas de Ljubliana.

 

 

Lviv, Ucrânia

 

E que tal sair um pouco da União Europeia? Para chegarmos realmente ao Leste, temos que descobrir a Ucrânia. O que lhes proponho não é Kiev, a capital que ainda de está a recuperar do Maidan, nem a segunda maior cidade, Kharkiv, de maioria Russa. Pelo contrário, convido-vos a descobrir a única principal cidade da Ucrânia em que língua maioritária é o Ucraniano: uma espécie de oásis de artes e letras para quem luta pela soberania do país. Lviv é uma cidade histórica e que foi disputada por p países. O centro foi considerado pela UNESCO como Património da Humanidade pela arquitectura e tradições, que exemplificam o encontro de culturas e a arte europeia “tão bem como as cidades históricas da Itália ou da Alemanha.”

 

 

Budapeste, Hungria

 

Apesar de já haver voos para Budapeste a partir de Porto e de Lisboa, este é um destino sobre o qual me fazem muitas, muitíssimas perguntas. Algumas pessoas conhecem a cidade graças a roteiros “Viena - Budapeste” (ou Viena-Budapeste-Bratislava) - o que é o mesmo que dizer que não conhecem, porque dois dias em Budapeste é o mesmo que nada. A cidade é muito extensa: na realidade são três cidades juntas, Buda, Óbuda e Peste. O lado de Peste é conhecido pelo Parlamento, pelas avenidas centrais (como Andrássy e Váci Utca), pelo bairro Judeu e pelos “ruin pubs” - bares que ocupam casas que estavam maioritariamente degradadas e abandonadas. O lado de Buda tem o castelo, a Igreja de S. Matias e a cidade de Óbuda, onde se encontram ruínas romanas. Mas isto são só os monumentos: nenhuma visita a Budapeste fica completa sem uma visita às águas termais, um passeio na Ilha Margarida ou uma visita ao Mercado Central.

 

 

Pristina, Kosovo

 

Se disser que vai de férias até ao Kosovo, não faltará quem lhe diga que é maluco/a. Mas visitar o Kosovo é uma oportunidade única de ver um país a recuperar das cinzas - leia-se da guerra - com toda a garra e o talento que tem. Pristina ainda tem zonas por reconstruir, mas tem muitas outras onde se ergue como uma capital europeia vibrante. É uma das capitais - se não a capital - mais jovem da europa. São jovens a começar a sua vida que querem reconstruir a cidade: por isso, há bares, há dezenas de sítios onde ouvir música ao vivo, arquitectura excêntrica e, se for turista, muita, muita mímica. Aproveite e visite também Prizren, a pouco mais de uma hora de viagem, e cujo centro histórico sobreviveu (milagrosamente) à guerra nos Balcãs.